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"O JORNAL"
EDIÇÃO INAUGURAL NO FDR
DEPÓSITO LEGAL: ISSN 1757-7756
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Que papel deve ter um Rei, numa Democracia Real?

 
 
Entende-se que nas actuais Monarquias Democráticas deve ser o papel do Rei:
- manter uma Independência total relativamente aos Partidos Políticos e aos demais orgãos do Estado - o que não impedirá, se for caso disso, como, aliás acontece em várias Monarquias como a Britânica, a Holandesa, entre outras, o Rei abrir o novo ano Parlamentar, numa cerimónia cheia de simbolismo de unidade da Coroa com a Democracia;
- manter um papel Isento em matéria governativa, isto é, não se intrometer publicamente em assuntos governativos, o que não o impedirá de aconselhar quando deve aconselhar o seu Primeiro-Ministro. Dar posse ao novo Primeiro-Ministro, depois das eleições Legislativas e através da sua experiência, garantir a continuidade do sistema, assim como das reformas consideradas essenciais para o bem-estar da Comunidade.
 
Por outro lado, como já foi dito, a Herança de um Rei, que não é apenas o valor material dos bens da sua Família, mas sim o verdadeiro valor do que tudo isso representa, é para o Rei, um Dever garantir que essa mesma Herança seja passada às próximas gerações.
A propósito é interessante ouvir a opinião de uns Ex-Primeiros-Ministros Britânicos sobre a relação institucional que tiveram com a Rainha Isabel II:
 
 
 

 
David Garcia, Director da AIMP-LISBOA

Ter esperança na Monarquia?

Quando em 1995 se deu o Casamento Real, do Senhor Dom Duarte com a Senhora Dona Isabel, Duques de Bragança e Herdeiros do Trono Português, cresceu em mim um entusiasmo enorme de procurar ajudar a que Portugal tivesse um Rei e uma Rainha como noutros países.
Associei-me à Real Associação de Lisboa em 1999 e procurei activamente mostrar serviço. Acabando em 2004 por criar o então chamado Fórum Monarquia-Portugal, passando a se chamar a partir de 2006 Fórum Democracia Real. Ainda foi falado como Fórum Monarquia-Portugal no livro “Dom Duarte e a Democracia” de Mendo Castro Henriques.
A partir de 2004 até hoje, através da I versão do FMP_FDR e da sua segunda Versão, o FDR tem sido um Fórum de projecção Monárquica de sucesso na Internet. E tenho, portanto, sido um militante activo em prol da Monarquia em Portugal. Não me arrependo do caminho que escolhi, porque realmente as Monarquias lá fora funcionam muito melhor que a republica portuguesa cá dentro… Pelo que sempre achei estar a prestar um serviço ao meu País.
Tudo o que achasse boas iniciativas em prol da Monarquia eu associei-me, nomeadamente em 2007 ao Instituto da Democracia Portuguesa. Este ano, tendo ficado claramente convencido que o caminho traçado pelo mesmo Instituto não é o melhor caminho para uma Monarquia, mas apenas para chamar a atenção dos problemas reais do país - que são importantes, mas que requerem especialistas, que não sou, decidi sair como aliás tornei publico no meu antigo blogue da Democracia Real.
Entretanto aderi à Aliança Internacional Monárquica Portuguesa, que esta sim, não desfazendo, naturalmente a Causa Real e as Reais Associações, defende uma Monarquia de sucesso e não de fracasso. Uma Monarquia Democrática e não uma Monarquia assente na subserviência.
Ter esperança na Monarquia? É o título deste meu artigo, e porquê?
O que tenho visto ultimamente faz-me já pensar duas vezes se vale ou não a pena continuar. Eu quero continuar, mas ou sou atacado, ou sou injuriado, ou até sou ofendido - claro são sinónimos, mas que efectivamente levam-me a pensar “porquê que continuo nisto?”, vale “realmente a pena?”
Sinceramente: neste momento tenho sérias dúvidas que haverá Monarquia nos próximos 20 anos, pelo menos. E mesmo havendo uma possibilidade de haver um pronunciamento popular em referendo sobre esta matéria, não sei até que ponto os Monárquicos são competentes para dizer aos Portugueses que há esperança numa Monarquia, isto porque, já percebi que há muitas querelas entre os Monárquicos.
Enquanto essas querelas não acabarem, enquanto todos não se entenderem e não perceberem que a Monarquia a ser defendida tem que ser com linguagem simples e clara e onde a Democracia se pratique em toda a linha, será difícil. Mas continuo com esperança.
Eu sirvo Portugal, defendendo uma Monarquia, não para protagonismo pessoal, mas sim, porque tenho fé que um novo regime democrático, com Rei, possa, efectivamente ser uma ajuda concreta aos problemas reais do país, mesmo sabendo que o Rei não governa mas reina.
Quero que os meus concidadãos vejam a Monarquia como uma esperança e não como algo de mau. Mas a verdade é que os Monárquicos precisam de dar mais o exemplo. Não é possível continuar a haver as más línguas que fazem lembrar o fim da Monarquia Constitucional. Não é possível cada iniciativa privada monárquica seja maltratada por aqueles que realmente querem o protagonismo todo para si.
A Monarquia tem que ser feita com base na meritocracia e como um impulso ao verdadeiro desenvolvimento humano. Assim pode-se e deve-se ter esperança na Monarquia.
Esta republica, toda a gente sabe, que está falida, seja a nível moral, seja a nível económico, financeiro, social. As pessoas já não têm real confiança nos seus políticos. Votam nos partidos como se fossem clubes de futebol e a justiça é praticada ao contrário, em que os criminosos são tratados como “príncipes” nas cadeia, ou são postos em liberdades e muitas vezes os inocentes é que pagam a factura. O país não tem autoridade e torna-se num desleixo insuportável. Já para não falar nos gastos com o futebol, obras de luxo, como se Portugal fosse um país rico! O desenvolvimento humano está todo a ser deixado para trás.
Diz-se que se tem investido na Formação dos Portugueses, mas essa mesma formação seja ela técnica ou superior não tem trazido resultados práticos em termos de emprego. Abrem-se cursos, iludem-se os estudantes e depois no fim desses mesmos cursos a realidade é bem diferente.
Portugal está mergulhado numa tempestade em que eu acredito que só a Monarquia pode ajudar a resolver. Precisamos de novos ventos.
Frisei aqui vários aspectos que me parecem essenciais para um futuro bem próximo. É preciso que os monárquicos se entendam e respeitem a diversidade que já toda a gente percebeu que existe.
A AIMP está não só junto dos que vivem fora da Pátria, como também quer estar com os que vivem na Pátria.
Há que ter esperança na Monarquia, que seja Democrática e com um Rei à altura da História do seu povo, como acredito que é SAR o Senhor Dom Duarte de Bragança.
 
David Garcia, Director da AIMP-LISBOA
 

Questões de moral

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NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO

Sex 16 Maio 2008, 09:39 por colaço

O Integralismo não tem nada a ver com a Demcracia Real que eu acarinho e defendo

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" O DIA DO REGICIDIO"- TEASER

Ter 29 Jan 2008, 11:12 por Anonymous

http://br.youtube.com/watch?v=_j_LaQZhLng

bem haja

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Rei ou Presidente - Prós e Contras 10 de Março de 2008

 

Rei ou Presidente?

Na segunda-feira, dia 10 de Março , o programa “Prós e Contras” da RTP-1 foi subordinado ao tema ”Monarquia e República”.

O debate moderado por Fatima Campos ferreira teve entre outros oradores o Presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto, e o António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano.

República ou Monarquia?
Paulo Teixeira Pinto, presidente da Causa Real,
António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano.

Ética republicana ou ideais monárquicos?
O que divide hoje os dois regimes?
As experiências europeias…
Fundamentos e valores políticos…
Paulo Teixeira Pinto, António Reis, Medeiros Ferreira e um conjunto alargado de personalidades monárquicas e republicanas.

O DEBATE:
1ª parte :
mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/proscontras/pcontras_1_10032008.wmv

2ª parte:
mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/proscontras/pcontras_2_10032008.wmv

3ª parte:
mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/proscontras/pcontras_3_10032008.wmv

Dom Duarte de Bragança doa um Quadro da Rainha Dona Maria Ana d´Áustria, mulher do Rei D. João V

CENTENÁRIO DO REGICÍDIO

 
 
REI E PRÍNCIPE HERDEIRO, PAI E FILHO, MORTOS COBARDEMENTE POR TERRORISTAS REPUBLICANOS CARBONÁRIOS!
 

Rei Juan Carlos I - 70 anos

 
 

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