NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
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NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
O Integralismo não tem nada a ver com a Demcracia Real que eu acarinho e defendo
colaço- Mensagens : 267
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
O que é o integralismo lusitano?

Lusíadus- Mensagens : 103
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
Atenção! Eu percebo o Não ao Integralismo Lusitano do Colaço. Quero aqui dizer que também não concordo com essa forma de pensar numa Monarquia que de democrática tem muito pouco.
Mas entendo também que para construir uma Democracia Real, isto é, uma Monarquia Parlamentar e Democrática, é essencial percebermos a História da "Resistência Monárquica durante os 3 diversos períodos republicanos" e nada melhor que também conhecermos o Integralismo Lusitano.
Mas entendo também que para construir uma Democracia Real, isto é, uma Monarquia Parlamentar e Democrática, é essencial percebermos a História da "Resistência Monárquica durante os 3 diversos períodos republicanos" e nada melhor que também conhecermos o Integralismo Lusitano.
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http://portugal1143.wordpress.com/ - O Blogue da História de Portugal inaugurado a 12 de Junho de 2008
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
É um bom ponto de partida, conhecer minimamente bem o que é o Integralismo Lusitano para assim evitar o disparate gratuito fruto de uma ideia pré-concebida e dessa forma se afirmar a plenos pulmões contra ou a favor da coisa.
Contudo creio que no Integralismo Lusitano se podem tirar "pontos" bastante positivos e actuais. A democracia tantas vezes citada invocada e falada mostrada como que algo divino e sublime, é nessas mais diversas vezes somente distorcida por muitos daqueles que a dizem defender e militantes convictos da tal palavra, mas que bem lá no fundo não passam de pequenos ditadorezecos que apenas se servem da palavra e da distorção do conceito para imporem as suas taras e vontades, escondendo-se sempre por entre leis e burocracias, herdadadas de um estado totalitário e contraditório com a verdadeira democracia. Há porém uma ideia subjacente de que democracia = partidos políticos e que sem partidos políticos não há democracia, ora bem a verdadeira democracia não se esgota nem só pode existir mediante a existencia de partidos políticos e suas respectivas "máquinas partidárias" é perfeitamente concebível uma democracia com outras formas de asociassões que não partidos politicos, tal como em alguns pontos preconiza o Integralismo Lusitano, neste caso o Integralismo Lusitano ataca a nocividade e a decadência a que os partidos politicos votaram a pátria e os valores da tradição Lusitana. Há também outras formas de analisar e ver a coisa, por exemplo eleições directas, democracia directas sem intremediários (partidos/merceeiros) onde o povo elege directamente quem o representa por circulos uninominais tendo que os eleitos prestar contas perante os eleitores, é claro que para certas ambições pessoais e por parte de quem se acha detentor de um cargo de decisão e previligiado para determinados acessos, isto não lhe pareca lá muito "democrático" e há que dar a volta a coisa e mostar um lado autóritário ditatorial represivo e opressivo, da coisa imagine-se lá agora "eu, o sr. prof. dr. eng. fulano tal e de tal" a ter que ser responsabilizado ou mesmo perstar contas dos meus actos ou da minha vontade, perante o gado... eleitores digo!!
Contudo creio que no Integralismo Lusitano se podem tirar "pontos" bastante positivos e actuais. A democracia tantas vezes citada invocada e falada mostrada como que algo divino e sublime, é nessas mais diversas vezes somente distorcida por muitos daqueles que a dizem defender e militantes convictos da tal palavra, mas que bem lá no fundo não passam de pequenos ditadorezecos que apenas se servem da palavra e da distorção do conceito para imporem as suas taras e vontades, escondendo-se sempre por entre leis e burocracias, herdadadas de um estado totalitário e contraditório com a verdadeira democracia. Há porém uma ideia subjacente de que democracia = partidos políticos e que sem partidos políticos não há democracia, ora bem a verdadeira democracia não se esgota nem só pode existir mediante a existencia de partidos políticos e suas respectivas "máquinas partidárias" é perfeitamente concebível uma democracia com outras formas de asociassões que não partidos politicos, tal como em alguns pontos preconiza o Integralismo Lusitano, neste caso o Integralismo Lusitano ataca a nocividade e a decadência a que os partidos politicos votaram a pátria e os valores da tradição Lusitana. Há também outras formas de analisar e ver a coisa, por exemplo eleições directas, democracia directas sem intremediários (partidos/merceeiros) onde o povo elege directamente quem o representa por circulos uninominais tendo que os eleitos prestar contas perante os eleitores, é claro que para certas ambições pessoais e por parte de quem se acha detentor de um cargo de decisão e previligiado para determinados acessos, isto não lhe pareca lá muito "democrático" e há que dar a volta a coisa e mostar um lado autóritário ditatorial represivo e opressivo, da coisa imagine-se lá agora "eu, o sr. prof. dr. eng. fulano tal e de tal" a ter que ser responsabilizado ou mesmo perstar contas dos meus actos ou da minha vontade, perante o gado... eleitores digo!!
José Clemente- Mensagens : 85
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
peço desculpa por os erros ortográficos
José Clemente- Mensagens : 85
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
Integralismo Lusitano é uma coisa do tempo passado.Não e um partido e nunca será.bom para inspirar mas hoje e uma nova era.

Portugal- Mensagens : 519
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
Costuma-se aprender com as coisas do passado, aprende-se com os erros, ou supostamente assim deveria ser, o pior é quando se envreda pela rejeição total e fobia doentia a tudo quanto é do passado
José Clemente- Mensagens : 85
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
Nunca se pode esquecer o passado, apagá-lo da memória das pessoas, porque estas chegariam a um ponto em não perceber as origens do mundo actual em que vivem e não teriam meios para pensar o futuro!
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David Garcia- DIRECTOR DA AIMP - LISBOA

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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
Qualquer pessoa que utiliza lógico pensando
vai entender que não pode esquecer o passado.
opinião do cartaz deste tópico é que não o retorno "integralismo lusitano" Ora, eu concordo com colaço mas os ideais básicos do "integralismo lusitano" tradição e monarquismo e uma continuação fundamentos existência nacional.admirar e respeitar
vai entender que não pode esquecer o passado.
opinião do cartaz deste tópico é que não o retorno "integralismo lusitano" Ora, eu concordo com colaço mas os ideais básicos do "integralismo lusitano" tradição e monarquismo e uma continuação fundamentos existência nacional.admirar e respeitar

Portugal- Mensagens : 519
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
Portugal escreveu:Qualquer pessoa que utiliza lógico pensando
vai entender que não pode esquecer o passado.
opinião do cartaz deste tópico é que não o retorno "integralismo lusitano" Ora, eu concordo com colaço mas os ideais básicos do "integralismo lusitano" tradição e monarquismo e uma continuação fundamentos existência nacional.admirar e respeitar
x2 , a base da cidadania será sempre o seu passado bom ou mau. já nao me lembro bem do conceito do integralismo (regresso ao absolutismo??), mas sei que fizeram parte da resistencia à republica e só por isso é demasiado importante para se ignorar.
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dawn_To_dusk_- Mensagens : 297
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
José Clemente escreveu:É um bom ponto de partida, conhecer minimamente bem o que é o Integralismo Lusitano (...) e há que dar a volta a coisa e mostar um lado autóritário ditatorial represivo e opressivo, da coisa imagine-se lá agora "eu, o sr. prof. dr. eng. fulano tal e de tal" a ter que ser responsabilizado ou mesmo perstar contas dos meus actos ou da minha vontade, perante o gado... eleitores digo!!
José Clemente,
Este tópico escapou-me. Bom post. Subscrevo e sublinho o comentário acima, de que só reproduzi um bocado na citação, para situar em contexto.
Para o David Garcia,
És o homem de História aqui por estas paragens. Seria boa idéia resumir aqui o essencial do que é e em que consiste o chamado Integralismo Lusitano.
Bom para futura referência e para os mais novos que não conhecem a teoria.
LG
"Hatred, intolerance, suspicion, bigotry, secrecy, fear, and lying are the seven deadly sins against public opinion. We can only insist that they have no place in the appeal to reason, that in the longer run they are a poison."
"He has honor if he holds himself to an ideal of conduct though it is inconvenient, unprofitable, or dangerous to do so".
Walter Lippmann, Jornalista Americano
AIMP-Aliança Internacional Monárquica Portuguesa - www.aimp-pmia.net
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
Lusíadus escreveu:O que é o integralismo lusitano?
O nosso amigo Dr David Garcia é o Historiador de serviço no FDR...
Já lhe pedi para esmiuçar a teoria aqui em linguagem prática e acessível. Como é boa pessoa, aposto que terá gosto nisso.
LG
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"He has honor if he holds himself to an ideal of conduct though it is inconvenient, unprofitable, or dangerous to do so".
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
AIMP-GLASGOW escreveu:Lusíadus escreveu:O que é o integralismo lusitano?
O nosso amigo Dr David Garcia é o Historiador de serviço no FDR...![]()
Já lhe pedi para esmiuçar a teoria aqui em linguagem prática e acessível. Como é boa pessoa, aposto que terá gosto nisso.
LG
Metes-me com cada uma
Depois de um dia de trabalho vou dar-vos uns links onde poderão ler a aprender o que é o Integralismo Lusitano.
Mas quero vos dizer algo sobre esse Movimento de muito importante nomeadamente em termos ideológicos:
O Integralismo Lusitano nasceu no início da primeira década republicana e foi durante um longo período uma base sólida em termos ideológicos que influenciou o Governo de Sidónio Pais mas também a II Republica/Estado Novo - uma das variáveis tem a ver com a Chefia, isto é, o ponto de convergência, o denominador comum que unisse uma Nação.
O Integralismo Lusitano teve nomes notáveis como António Sardinha, Hipólito Raposo, entre outros.
Foi uma corrente Monárquica Conservadora que defendia o Rei como Chefe do Governo, umas Cortes com uma Câmara Corporativa (como aliás se verificou no Estado Novo).
O Integralismo Lusitano pode também, de certa forma se chamar de "Neo-Miguelismo", visto também defender a Tradição e as raízes da Monarquia Portuguesa, que não se confundem com o Liberalismo - logo defendia um Regime Autoritário.
A partir deste link, poderão ler muito sobre o Integralismo Lusitano
http://www.lusitana.org/il_jmq_integralismo_lusitano_sintese.htm
E para além disso, aconselho vivamente um livro muito interessante chamado "Os Filhos de Ramires" do Prof. José Manuel Quintas - onde terão um estudo muito bem feito sobre o que foi este movimento!
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
Atenção que o Integralismo nem sempre foi "pro-Miguelista" apoiou o regresso do Rei D. Manuel II até ao final da Monarquia do Norte, quando as tropas Portugueses esperavam pela presença e incentivo do Rei D. Manuel II o qual praticamente ignorou a restauração monárquica. Apartir deste momento passaram a apoiar o ramo Miguelista, visto D. Manuel II não ter descendência.
O I.L. está na base orgânica da monarquia constituicional. Os grandes defensores da democracia contra o Estado Novo foram monarquicos, o primeiro a manifestar o desagrado e a ser exilado por isso foi o Francisco Rolão Preto. Os fundadores do PPM, Liga Popular Monarquica entre outros vêm do I.L., nomes como Mário Saraiva, Henrique Barrilaro Ruas, Rolão Preto, etc.
Dizer que o I.L. é coisa do passado, é o mesmo que dizer que a Monarquia é coisa do passado e não faz sentido restaura-la. O Mundo está em constante mutação, cabe actualizar principios que são imutáveis e intemporais, os quais deverão ser os pilares da chamada "Democracia".
O I.L. está na base orgânica da monarquia constituicional. Os grandes defensores da democracia contra o Estado Novo foram monarquicos, o primeiro a manifestar o desagrado e a ser exilado por isso foi o Francisco Rolão Preto. Os fundadores do PPM, Liga Popular Monarquica entre outros vêm do I.L., nomes como Mário Saraiva, Henrique Barrilaro Ruas, Rolão Preto, etc.
Dizer que o I.L. é coisa do passado, é o mesmo que dizer que a Monarquia é coisa do passado e não faz sentido restaura-la. O Mundo está em constante mutação, cabe actualizar principios que são imutáveis e intemporais, os quais deverão ser os pilares da chamada "Democracia".
"Non nobis, Domine, non nobis, sed Nomini Tuo da gloriam"

Francisco_Canelas- Mensagens : 67
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Re: NÃO AO INTEGRALISMO LUSITANO
Caro Francisco,
Se quiser elaborar mais sobre isso, venham daí as idéias.
LG
O Mundo está em constante mutação, cabe actualizar principios que são imutáveis e intemporais, os quais deverão ser os pilares da chamada "Democracia".
Se quiser elaborar mais sobre isso, venham daí as idéias.
LG
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