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O JORNAL está a recrutar Jornalistas Voluntários. Se estiver interessado(a) em colaborar em regime de voluntariado e: 1. Tiver gosto por Jornalismo. 2. For finalista ou com formação em qualquer área de Humanísticas. 3. Desejar ter uma oportunidade para ganhar experiência. 4. Excelente comunicação em Língua Portuguesa falada e escrita. 5. Português residente em Portugal, qualquer país da União Europeia, ou... 6. Português residente nos Estados Unidos, Brasil, Médio Oriente ou Extremo Oriente. Não hesite! Contacte O JORNAL, através do endereço de correio electrónico: geral@aimp-fdr-ojornal.org Esperamos por si! Junte-se a uma equipa jovem e dinâmica!
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INCÊNDIO DO CHIADO HÁ 20 ANOS!
Nada naquela zona da cidade de Lisboa ficaria como dantes. Algumas pessoas perderam seus familiares, perderam os seus bens e tantos outros se aprontaram em ajudar a corporação de Bombeiros que lutava com bravura contra as chamas.
O incêndio começou cerca das 4h30 numa montra dos Armazéns Grandella. Meia hora bastou para que o edifício fosse ceifado pelas chamas. Os bombeiros foram chamados pelas 5h15 e chegaram poucos minutos depois, quando as labaredas já tinham passado para o outro lado da rua do Carmo. O incêndio arrasou o quarteirão entre os Armazéns Grandella e a rua Garrett. Foi em vão que os bombeiros tentaram impedir as chamas de alastrarem à rua Nova do Almada. 1680 bombeiros de todas as corporações de Lisboa e arredores lutaram contra as chamas. Um combate que mobilizou mais de duas mil pessoas, contando com os elementos das forças de segurança, Cruz Vermelha Portuguesa e militares. Morreram um bombeiro e um morador na rua do Carmo. Ficaram feridas 73 pessoas. Pelas 12h30 o incêndio foi considerado extinto mas as operações de rescaldo prolongaram-se até ao dia 5 de Setembro. Perderam-se 18 edifícios pombalinos. Mais de duas mil pessoas, essencialmente trabalhadores dos estabelecimentos comerciais reduzidos a cinzas, perderam o emprego.
Consta que na entrada dos antigos Armazéns do Chiado existia um livro de visitas e que cuja primeira assinatura foi de Sua Majestade a Rainha Dona Amélia. Infelizmente, esse livro, com o incêndio, perdeu-se para sempre…
 
Veja mais aqui
COMEÇOU O ANO POLÍTICO 2008/2009!
David Garcia, Director da AIMP-LISBOA
E Administrador-Fundador do FDR-Fórum Democracia Real
 
Sintra, 1 de Setembro de 2008
 
Caríssimos visitantes e membros do FDR,
 
Começou hoje oficialmente o ano político 2008-2009 e neste sentido quero, em primeiro lugar desejar que as iniciativas monárquicas das várias organizações sejam de sucesso para a Causa que é de Portugal.
Como já é habitual, actualizei o Portal do FDR e dei ênfase a um flagelo cada vez maior na sociedade portuguesa: O Desemprego. Pelo que o FDR propõe duas vias:
1- Aos jovens licenciados em Jornalismo ou outras áreas de Humanísticas, para em voluntariado, infelizmente sem remuneração, mas nestas coisas também é importante ganhar experiência, pedirem para serem colaboradores de O JORNAL, o Jornal do FDR em parceria com a AIMP;
2- Procurar, efectivamente emprego, graças ao Expresso Emprego, em que colocámos uma caixa de pesquisa rápida para os interessados.
Chegou também o momento de iniciar o plano traçado para este ano político. O que nos vamos propôr, e aos poucos os que nos visitam ou os membros aqui registado, ficarão a saber, trata-se de uma Agenda extremamente complexa. Estamos a pouco mais de 2 anos do Centenário da República e como é óbvio, não nos vamos ficar pelos ajustes. A Republica Portuguesa não funciona. Não apresenta medidas capazes para a Segurança dos Portugueses. Não tem uma política consciente e responsável de Imigração. Não tem  uma política de Educação. Não tem uma política de Saúde. Não tem uma política ambiental e muito menos uma política de Emprego. Ou seja, estamos ainda nos príncipios do século XXI e Portugal anda à deriva recebendo dinheiros da UE sem saber aplicá-los e por outro lado, graças a esta III Republica, faz "capa de país rico a cobrir realidades próximas de Terceiro Mundo", como disse uma vez S.A.R. o Senhor Dom Duarte de Bragança. Pelo que, nas nossas diversas iniciativas, entendemos que o nosso trabalho não deverá apenas e só se cingir à questão Monarquia / Republica, mas também trazer à Opinião Pública os dramas sociais que nos afectam. Portugal que nas décadas de 60/70 até ao 25 de Abril de 1974 tinha índices económicos que alguns até o chamavam de "Tigre da Europa Ocidental", agora tem um salário mínimo nacional que é uma miséria, pensões de reforma dos idosos, que coitados, mal têm para os seus medicamentos quanto mais para a sua alimentação e sustento e não produz a nível Agrícola e Indústrial, passando Portugal a ser quase um país de serviços. Será que estamos mesmo num beco sem saída? Esperemos bem que não! Agora os Portugueses não podem é continuar a andar adormecidos! Todos nós temos que reagir. E a reacção dos Monárquicos contra estas situações, é com humildade procurar ajudar quem precisa e contestar a Republica sempre que for necessário. Não é possível, continuarmos nesta situação degradante. O moral dos Portugueses está em baixo e é preciso que trabalhemos, monárquicos, para mudar o rumo dos acontecimentos. Não vai ser uma tarefa fácil. Mas se todos fizerem a sua parte, quem sabe a esperança não renasça e não façamos de novo e mais uma vez Portugal uma Nação de brilho. Demorará tempo. Muitos anos a recuperar Portugal. Se calhar já nem será na minha geração, mas façamos História nestes dois anos que faltam para o Centenário da Republica e lutemos por aquilo que consideramos justo. Não é só a questão do regime! É Portugal no seu todo! Temos que reagir! Temos que trabalhar todos! Só assim poderemos conseguir mudanças significativas. Só assim, quem sabe, com  uma luta forte e desinteressada, possamos atingir as metas que tanto desejamos. Ter uma Monarquia Parlamentar e Democrática que efectivamente sirva a Nação e não se sirva dela como a Republica.
 
Bom trabalho a todos! VIVA PORTUGAL!
 
AIMP/FDR
 
INAUGURAÇÃO DO SITE DA AIMP
 
Luís Guerreiro, Presidente da Direcção da Aliança Internacional Monárquica Portuguesa
 
“Hoje, exactamente um ano após a formação legal da AIMP no Reino Unido, esta Associação Global de Monárquicos democráticos Portugueses abre as suas portas com  Inauguração do seu Sítio Oficial.
 
Produto do trabalho de uma equipa técnica de 5 elementos, e alguns meses de pesquisa temática, o Sítio Oficial é também o Portal Central para cerca de sete sítios relacionados com Monarquia, História, Portugal, o Regime e Política.
 
A questão de regime é uma questão política e deve ser abordada como tal, numa perspectiva democrática, cívica. Mas é uma questão basilar, num Portugal em decadência, porque tem a força carismática para relançar o Portugal velho de 865 anos, num Portugal moderno e próspero.
 
A AIMP espera que o seu Sítio Oficial e os sítios seus afiliados sirvam no futuro como pontos de informação, de encontro e de partilha para os monárquicos democráticos, defensores da modernidade na tradição portuguesa.
 
Resta-me agradecer penhoradamente a todos quantos cooperaram no Projecto do Sítio Oficial da AIMP. Levou tempo, porque em Democracia, é importante consultar as bases, consultar os nossos pares da Direcção, na ética que seguimos na AIMP.
 
Obrigado a todos e também, desde Maio de 2008, a David Garcia pela colaboração prestada na área de História”
 
Luis Guerreiro"
 
15 DE AGOSTO DE 2008
 
AGORA SATISFAÇA A SUA CURIOSIDADE! VENHA DAÍ! A AIMP ESPERA POR SÍ! VISITE O NOSSO SITE EM:
MENSAGENS DE D. DUARTE DE BRAGANÇA NO BLOGUE PORTUGAL1143
 
 
SAR, o Senhor Dom Duarte de Bragança, assumiu a Chefia da Casa Real Portuguesa poucos meses depois da morte do Senhor Seu Pai, Sua Alteza Real, o Senhor Dom Duarte Nuno de Bragança, falecido a 24 de Dezembro de 1976. A primeira Mensagem aos Portugueses, data de Março de 1977 em que SAR o Senhor Dom Duarte Pio de Bragança assume a sua Herança Histórica.
Decidi, pois, colocar algumas Mensagens do Senhor Dom Duarte aos Portugueses, a maioria das quais foram feitas por ocasião das Celebrações da Restauração da Independência de Portugal, acto ao qual SAR se junta todos os anos e no qual lê precisamente uma Mensagem á Nação.
Tomei esta iniciativa, para que os leitores deste blogue tenham acesso a uma, por vezes, mal encontrada, informação sobre o Pensamento do Senhor Dom Duarte.
Aconselho, todavia, aos interessados a aquisição do livro “Dom Duarte e a Democracia” da autoria de Mendo Castro Henriques, Editora Bertrand, um excelente livro sobre a Biografia do Senhor Dom Duarte e também onde está explicito o pensamento político do Duque de Bragança e Herdeiro do Trono Português.
Quero aproveitar para agradecer aos já muitos leitores deste blogue as suas visitas.
David Garcia.

 

Vejam as Mensagens de Dom Duarte de Bragança no Blogue Portugal1143

A Herança de um Cidadão e a Herança de um Rei - Comparações

Qua 02 Jul 2008, 23:48 por David Garcia

Na sequência de um artigo meu recente sobre os Direitos de Deveres seja em Democracias Republicanas ou Monárquicas, decidi pegar num factor que não tinha ainda referido: A Herança.

A Herança de um cidadão comum, por exemplo, pode ser aquilo que seus pais ou avós lhe deixaram. Bens com pouco valor ou muito em termos financeiros, ou apenas bens com um simples valor simbólico, mas que são importantes para quem herda.

A Herança de um Rei é bem mais complexa. Não herda apenas os bens da sua família, mas tudo o que esses bens representam em grande parte na História da Nação que de ora em diante irá representar. Ora aqui temos uma grande responsabilidade: O Dever do Rei em garantir que essa Herança Histórica seja passada, de preferência, na sua totalidade às gerações futuras que irão herdar o Trono, que não é nem mais nem menos, que uma cadeira de Serviço, nunca poderia ser um Direito.

As pessoas muitas vezes confundem os Direitos com os Deveres e depois não entendem o Grande Valor que é ter uma Monarquia no seu país. Fala-se nos meios republicanos que o Rei teria o Direito ao Trono. O Rei tem é o Dever de subir ao Trono, de servir o seu país quando é chamado para tal e o dever de fazer tudo o que estiver ao seu alcance para servir bem a res publica, isto é, o bem comum.

A Monarquia e o seu valor histórico, representa uma Herança inquebrável, mesmo que golpes republicanos triunfem nos países, porque são a representação viva em cada momento e em cada espaço de uma Herança que representa a Identidade Nacional.

Todos nós, cidadãos, fazemos parte de uma Família, “Dinastia”, não importa se sejamos ricos ou pobres. Temos uma linhagem que vem de há séculos atrás. Os espírito humano que acarretamos leva-nos a querer ter filhos ou filhas para continuar essa mesma linhagem, essa mesma herança.

Sendo assim, a Monarquia é o regime mais Ecológico, é o que está mais dentro da Natureza Humana, de algum modo, é a continuação da família de cada um de nós, como já o chegou a dizer SAR o Senhor Dom Duarte de Bragança, numa entrevista.

A Herança de um Rei ainda é mais importante do que a herança de um cidadão. O Rei, a partir do momento que é Aclamado, jura respeitar a Constituição, a integridade do Reino, a independência Nacional, etc… É o Chefe de Estado Eleito da História que tem por missão garantir que esses valores que jurou se mantenham para sempre e que o seu sucessor, filho ou filha, possam reinar num país mais próspero e desenvolvido, mantendo vivos esses mesmos valores.

Estes valores, são muito mais importantes que qualquer eleição presidencial, em que só contam os votos na altura das eleições e um homem, pouco ou nada conhecido é eleito por um período de 5 anos “Presidente de Todos os Portugueses, sem excepção”, mesmo que numa escala de 0 a 100%, 50% não votem e só 25% dessa escala seja para ele. Que representatividade tem esse Presidente?

A Chefia do Estado não é, nem deve ser, um Leilão que se faz de 5 em 5 anos! A Chefia do Estado tem que garantir consensos alargados da Sociedade Portuguesa e só na Monarquia isso é possível, porque o Rei é completamente independente das forças políticas, económicas e financeiras. E não deixa de ser eleito, pelo Parlamento, de acordo com as regras de Sucessão Dinástica estabelecidas na Constituição. O Rei não herda, ao contrário do Presidente da Republica, votos, que quando toca a Chefia do Estado, dividem a Nação. O Rei tem como missão unir o Povo a um ideal de continuidade da História de Portugal. A Herança que o Rei recebe quando sobe ao Trono, é também para a partilhar com o seu povo, tal como fizeram os seus antepassados, mantendo vivas as tradições de Norte a Sul do País. É assim que acontece noutras Monarquias Europeias, que são em termos de desenvolvimento humano muito mais avançadas que a Republica Portuguesa.

Nada disto impede que exista a Democracia. Pois se é verdade que é obrigatório haver liberdade de expressão e de escolha, pois é um Direito de qualquer cidadão. Também é um dever desse mesmo cidadão acatar o que é melhor para o seu país e também trabalhar para que seus filhos e netos, tal como o Rei irá deixar ao futuro Rei, um país melhor. Tal como o cidadão quer o melhor para os seus filhos. O Rei quer o melhor para o futuro do seu país e tem como objectivo último garantir que o seu sucessor reine num país próspero.

É esta a Herança Real. Uma Herança ambiciosa legada pela História. Um Dever de Servir e não se servir. Um Dever de garantir que o futuro seja melhor que o passado, não esquecendo esse mesmo passado. Transmitir valores que vêm de várias gerações e que chegaram até nós. Ser a garantia da unidade da Nação e do Progresso Civilizacional.

O Rei reina. Não governa. Quem governa é o Governo saído das eleições Legislativas. O Rei está acima de qualquer conflito político-partidário. O Rei exerce a sua autoridade moral e aconselha os seus diversos governos. O Rei é uma fonte de experiência de vida. Ninguém melhor do que o Rei conhece as realidades do país e pode-as transmitir com melhor segurança ao Primeiro-Ministro, seja ele de que “cor política for”, porque, precisamente, está acima dos partidos políticos. O seu dever é proteger os interesses do país e do seu povo acima de tudo.

E é por isto, que vemos que Monarquias como no Reino Unido, na Noruega, na Suécia, na Holanda, Bélgica, etc… São países competitivos e com alto índice de desenvolvimento humano. Não é só por causa das figuras dos Reis, porque estes não governam, mas reinam. Mas sim, porque os Governos são devidamente aconselhados pelos Monarcas a manter em curso reformas que são importantes para o futuro do país e que garantam a estabilidade do mesmo.

A Herança do Rei é também, portanto, uma grande responsabilidade em garantir que cada Governo que passe, tenha consciência da realidade do país que vai encontrar e que não aconteça, como tem vindo a acontecer em Portugal nos últimos anos, a cada vez que sai um Governo, o partido que esteve na oposição ao chegar ao governo, mude tudo de novo e não passamos da cepa torta! É uma profunda irresponsabilidade que nas Monarquias evoluídas e responsáveis não acontece, porque sabe-se perfeitamente que esses passos em falso prejudicam o futuro das próximas gerações. E isto está acima de qualquer pretensão de renovação de mandatos em eleições.

Tanto o Rei como os Governos têm o Dever de servir o seu país, não obrigando o país à dependência externa, mas fazer com que o país seja auto-suficiente em tudo o que seja possível, de modo a que se houver uma crise alimentar, por exemplo, os portugueses não sofram com isso! É assim que acontece nas Monarquias.

A Herança do Cidadão tem que ser sempre numa linha entre o passado e o futuro, sempre para melhor e nunca para pior. Infelizmente nem sempre acontece, é uma verdade!

Mas se é verdade que o Cidadão quer que seus filhos tenham um futuro melhor, também o Rei assim o deseja para os seus filhos, nomeadamente o seu sucessor que reine num país evoluído e com brilho.

A Instituição Monárquica não se serve do povo! A Monarquia serve o povo! A Monarquia é uma Herança, é uma Experiência de Vida, é uma Transmissão de Valores, e é um Serviço que o Rei recebe da Nação representada no Parlamento, no Acto da Aclamação, para um futuro que se quer de progresso e prosperidade.

David Garcia

Publicado no meu Blogue: http://portugal1143.wordpress.com/

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DEBATE: REI OU PRESIDENTE

 

Rei ou Presidente?
Na segunda-feira, dia 10 de Março , o programa “Prós e Contras” da RTP-1 foi subordinado ao tema ”Monarquia e República”.
O debate moderado por Fatima Campos ferreira teve entre outros oradores o Presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto, e o António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano.
República ou Monarquia?
Paulo Teixeira Pinto, presidente da Causa Real,
António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano.
Ética republicana ou ideais monárquicos?
O que divide hoje os dois regimes?
As experiências europeias…
Fundamentos e valores políticos…
Paulo Teixeira Pinto, António Reis, Medeiros Ferreira e um conjunto alargado de personalidades monárquicas e republicanas.
 
O DEBATE:


1ª parte :
mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/proscontras/pcontras_1_10032008.wmv

2ª parte:
mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/proscontras/pcontras_2_10032008.wmv

3ª parte:
mms://195.245.168.21/rtpfiles/videos/auto/proscontras/pcontras_3_10032008.wmv

CENTENÁRIO DO REGICÍDIO
 
 
VISITE O SITE MAIS COMPLETO SOBRE O REGICÍDIO!
 
MISSA DO CENTENÁRIO DO REGICÍDIO/PRODUÇÃO AIMP

 
Foi uma Missa de uma grande carga simbólica e emocional nesse dia 1 de Fevereiro de 2008. A Basílica de São Vicente de Fora em Lisboa estava completamente cheia para homenagear Sua Majestade o Rei Dom Carlos I e Sua Alteza Real, o Príncipe da Beira, Dom Luís Filipe, mortos a tiro, pelas 17h00 do dia 1 de Fevereiro de 1908, em pleno regresso à Capital, depois de uma estadia em Vila Viçosa, mais Sua Majestade a Rainha Dona Amélia, que não foi ferida e aquele que viria a ser o último Rei de Portugal reinante, Sua Majestade o Rei Dom Manuel II.Especial agradecimento à Produção da AIMP que mais uma vez fez um excelente trabalho!
 
HISTÓRIA DE PORTUGAL EM 7 MINUTOS E 17 SEGUNDOS

FDR
OUTRAS CASAS REAIS

!Casa Real de França (Orleães)

!Casa Real de França (Legitimista)

!Casa Real de Itália (Duque de Aosta)

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(ver também: http://albania.dyndns.org)

Casa Imperial da Áustria

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!Delfim de França, Duque de Vendôme

Duquesa de Sparta

!Príncipe Charles-Phillipe d´Orléans

Príncipe Radu da Roménia

 

Nota: os sites com este sinal (!) são de cujos países têm conflitos Dinásticos, os quais o FDR - Fórum Democracia Real e obviamente os Monárquicos Portugueses são totalmente alheios e o facto de colocarmos esses mesmos sites, não significa que apoiamos uns em detrimento dos outros. Entendemos, sim, que os Monárquicos desses países devem resolver esses problemas e que os Monárquicos Portugueses não são nem serão culpados de divulgar esses mesmos espaços.
 
ORDENS DE CAVALARIA
 
DOCUMENTAÇÃO SOBRE REALEZA E NOBREZA
 
ANTIGOS BOLETINS DO FDR

 

 

MENSAGEM DE SAR O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA - 01-12-2007
Há 30 anos iniciei o hábito de comunicar com os Portugueses nos dias 1º de Dezembro. Sei que as minhas mensagens têm sido bem recebidas em todas as esferas da sociedade portuguesa porque nelas chamo a atenção para as prioridades da vida nacional.
Como herdeiro da Casa Real, e daí com especial responsabilidade na preservação do património histórico do povo português, tenho orgulho em comemorar hoje a restauração de 1640 e sinto que, no futuro, essa independência deve ser cada vez mais bem aproveitada. É no passado que ela tem as suas raízes, mas é no futuro que a devemos projectar.

No nosso país, tem faltado debate sobre as vantagens que nos outorga a independência. Em alguns sectores da sociedade, faz-se correr que a soberania é um conceito esgotado e que, com a globalização e iberização dos mercados, só teríamos vantagens na subsequente união política com a Europa.

 

Veja a continuação aqui

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